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	<title>Comentários em: O que pensava Fernando Pessoa da República&#8230;</title>
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	<description>tertúlia de quem escreve e pinta. "Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo" Fernando Pessoa</description>
	<pubDate>Tue, 22 May 2012 12:02:19 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Da pátria, a língua &#124; esquinas</title>
		<link>http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/#comment-1233</link>
		<author>Da pátria, a língua &#124; esquinas</author>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 14:23:42 +0000</pubDate>
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		<description>[...] escreveu que «minha pátria é a língua portuguesa». Aliás, o autor de «Mensagem» viria a criticar, com – justificada – violência verbal, todos os republicanos e todos os outros atentados, de vários tipos, que aqueles practicaram, como [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] escreveu que «minha pátria é a língua portuguesa». Aliás, o autor de «Mensagem» viria a criticar, com – justificada – violência verbal, todos os republicanos e todos os outros atentados, de vários tipos, que aqueles practicaram, como [&#8230;]</p>
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		<title>Por: O «nosso» homem em Paris &#124; esquinas</title>
		<link>http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/#comment-1231</link>
		<author>O «nosso» homem em Paris &#124; esquinas</author>
		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 14:21:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Francisco Seixas da Costa é actualmente o embaixador de Portugal em França. E tem um blog, denominado «Duas ou três coisas», onde vai escrevendo as suas «notas pouco diárias». Uma delas, colocada a 27 de Março último e intitulada «Reizinho(s)», fala dos «sonhos dos bobos da inexistente corte que por aí hasteiam, sob a coragem da noite, a sua patética nostalgia.» Refere-se, obviamente, às recentes iniciativas, por parte de alguns monárquicos, de hastear bandeiras azuis e brancas, e muito em especial às que foram erguidas no Parque Eduardo VII e na Câmara Municipal de Lisboa. Como seria de esperar, esta «posta» deu origem a muitas respostas, favoráveis e desfavoráveis, tanto de monárquicos como de supostos republicanos. Eu só intervim quando, em dois dos seus próprios comentários, o sr. embaixador reivindicou o seu «inalienável direito à higiene» para não publicar comentários que «utilizam uma linguagem que pouco fica a dever à educação», e isto porque o seu blog é um «espaço livre de discussão, educada e civilizada». No meu primeiro comentário escrevi o seguinte: «É irónico que o senhor embaixador apele à “discussão educada e civilizada” quando é o próprio o primeiro a comportar-se de forma contrária, com as suas alusões a “bobos” que “hasteiam” a sua “patética nostalgia”. Pois, eu “patético nostálgico” me confesso: nostálgico de um regime, de uma sociedade, e de um tempo, que tanto progresso material e cultural trouxeram a Portugal, em que a pena de morte foi abolida, se deu a expansão do caminho-de-ferro, as expedições no interior de África, a liberdade de expressão e de imprensa era um facto, a geração de 70 floresceu, e em que dois dos seus mais ilustres representantes, Oliveira Martins e Eça de Queiroz, foram respectivamente ministro e diplomata&#8230; enfim, vigorava uma verdadeira democracia segundo os padrões da época, e que um bando de criminosos, terroristas, bombistas, assassinos, censores, fanáticos, derrubou em 1910 para instaurar uma ditadura que só viria a ser deposta em 1974. E sugiro que se olhe, não ao espelho, mas ao ecrã do seu computador, quando decidir chamar a outros de patéticos. Porque a sua “conversão” à “novilíngua” totalitarizante resultante do “acordo ortográfico”, e a utilização de aberrações ortográficas como “atual”, “respetivos”, “coletivo”, “efetivo”, “fator”, “noturnos”, é, no mínimo&#8230; hilariante. Não lhe dá muita&#8230; credibilidade. E, sabe, nós monárquicos efectivamente privilegiamos o debate de ideias; “golpes de mão” (armada, de pistola e carabina, a 1 de Fevereiro de 1908, e não só) é que são típicos dos republicanos; e o hastear calado da mais bela bandeira portuguesa vale mais, muito mais – “fala” muito mais – do que as histerias palavrosas que costumam acompanhar o desfraldar do “ignóbil trapo” (para Fernando Pessoa) vermelho e verde.» [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Francisco Seixas da Costa é actualmente o embaixador de Portugal em França. E tem um blog, denominado «Duas ou três coisas», onde vai escrevendo as suas «notas pouco diárias». Uma delas, colocada a 27 de Março último e intitulada «Reizinho(s)», fala dos «sonhos dos bobos da inexistente corte que por aí hasteiam, sob a coragem da noite, a sua patética nostalgia.» Refere-se, obviamente, às recentes iniciativas, por parte de alguns monárquicos, de hastear bandeiras azuis e brancas, e muito em especial às que foram erguidas no Parque Eduardo VII e na Câmara Municipal de Lisboa. Como seria de esperar, esta «posta» deu origem a muitas respostas, favoráveis e desfavoráveis, tanto de monárquicos como de supostos republicanos. Eu só intervim quando, em dois dos seus próprios comentários, o sr. embaixador reivindicou o seu «inalienável direito à higiene» para não publicar comentários que «utilizam uma linguagem que pouco fica a dever à educação», e isto porque o seu blog é um «espaço livre de discussão, educada e civilizada». No meu primeiro comentário escrevi o seguinte: «É irónico que o senhor embaixador apele à “discussão educada e civilizada” quando é o próprio o primeiro a comportar-se de forma contrária, com as suas alusões a “bobos” que “hasteiam” a sua “patética nostalgia”. Pois, eu “patético nostálgico” me confesso: nostálgico de um regime, de uma sociedade, e de um tempo, que tanto progresso material e cultural trouxeram a Portugal, em que a pena de morte foi abolida, se deu a expansão do caminho-de-ferro, as expedições no interior de África, a liberdade de expressão e de imprensa era um facto, a geração de 70 floresceu, e em que dois dos seus mais ilustres representantes, Oliveira Martins e Eça de Queiroz, foram respectivamente ministro e diplomata&#8230; enfim, vigorava uma verdadeira democracia segundo os padrões da época, e que um bando de criminosos, terroristas, bombistas, assassinos, censores, fanáticos, derrubou em 1910 para instaurar uma ditadura que só viria a ser deposta em 1974. E sugiro que se olhe, não ao espelho, mas ao ecrã do seu computador, quando decidir chamar a outros de patéticos. Porque a sua “conversão” à “novilíngua” totalitarizante resultante do “acordo ortográfico”, e a utilização de aberrações ortográficas como “atual”, “respetivos”, “coletivo”, “efetivo”, “fator”, “noturnos”, é, no mínimo&#8230; hilariante. Não lhe dá muita&#8230; credibilidade. E, sabe, nós monárquicos efectivamente privilegiamos o debate de ideias; “golpes de mão” (armada, de pistola e carabina, a 1 de Fevereiro de 1908, e não só) é que são típicos dos republicanos; e o hastear calado da mais bela bandeira portuguesa vale mais, muito mais – “fala” muito mais – do que as histerias palavrosas que costumam acompanhar o desfraldar do “ignóbil trapo” (para Fernando Pessoa) vermelho e verde.» [&#8230;]</p>
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		<title>Por: O QUE PENSAVA FERNANDO PESSOA DA REPÚBLICA… &#171; Causa Monárquica</title>
		<link>http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/#comment-1013</link>
		<author>O QUE PENSAVA FERNANDO PESSOA DA REPÚBLICA… &#171; Causa Monárquica</author>
		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 22:37:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/#comment-1013</guid>
		<description>[...] Fonte : http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] Fonte : <a href="http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/" rel="nofollow">http://esquinas.org/blog/2010/02/01/o-que-pensava-fernando-pessoa-da-republica/</a> [&#8230;]</p>
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